domingo, 14 de novembro de 2010

ELEIÇÕES DA UEMA

O desafio nas eleições da Uema

Com a aproximação da data, leia-se bastante atrasada, para a escolha do próximo reitor e vice-reitor da Uema, aos poucos as peças do jogo estão sendo montadas. Os candidatos já estão dando o ar da graça nos campi do interior e a campanha oficialmente está nas ruas, salas de aula e departamentos.

O atual reitor José Augusto tenta se candidatar mais uma vez, porém terá que enfrentar uma batalha judicial e tanto para obter êxito em seu intento. Zé Augusto era vice de Waldir Maranhão quando se lançou a primeira vez, na condição de vice-reitor. Eleito Reitor logo após, agora tenta um novo mandato, alegando dentre outras coisas que sua condição de vice no primeiro momento não pode ser contada como postulante a vaga maior ao posto da universidade. No entanto o art. 19 do Regimento da Reitoria estabelece que: Será de quatro anos o mandato de reitor e do vice-reitor, permitida uma única recondução.

O prof. do departamento de Física Joaquim Teixeira Lopes, o “JUCA”, já entrou com o pedido oficial de impugnação da candidatura de Zé Augusto Oliveira junto a Comissão Eleitoral das eleições 2010 na Uema. Juca é o candidato do Coletivo “Autonomia e Luta” e vêm fazendo história sempre trazendo e participando de debates imprescindíveis para a universidade.

Um ponto importante e que infelizmente não têm sido muito bem alencado, já que estamos falando de universidade, é a autocrítica quanto ao que diz respeito à democracia na Uema. Uma reflexão aberta e responsável (coisa que não vêm acontecendo nas ultimas gestões) sobre o que a Uema faz (e, especialmente o que não faz) com os recursos públicos. Eis a tônica do debate.

Grupos ligados a fundações acusadas de desviar milhões "inadvertidamente" ou que estão ligados aos projetos políticos deste ou daquele deputado, deste (a) ou daquele (a) governador(a), não podem imbuir seus interesses frente aos anseios da Uema e de sua classe acadêmica.
Educação pública, gratuita e de qualidade: direito da população, obrigação do Estado!

Fonte: Carlos Leen Santiago

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